Balada da Noite Fria
Da noite o frio me acompanha
Gela-me o peito e o coração.
O gelo corre em minha entranha
Causando horrível sensação.
Estou deitado e agasalhado
Com cobertor, meias de lã.
O corpo treme, estou gelado,
A cerração cobre a manhã.
De gelo existe uma montanha
Que me sopesa, sem razão.
Na teia branca, negra aranha
Dorme na sua mansidão.
Agasalhado estou deitado
(Ai, do calor tanto sou fã!)
O corpo treme, estou gelado,
A cerração cobre a manhã.
A sensação é muito estranha
E o vento uivando lembra um cão.
O aço do gelo a voz arranha
Causa tremor e rouquidão.
O frio está por todo lado
A mim se prende como ímã.
O corpo treme, estou gelado,
A cerração cobre a manhã.
Envio:
Vem aquecer-me, anjo adorado.
Sem ti a vida é vaga e vã.
Sem teu calor vivo gelado,
A cerração cobre a manhã.
07.04.2008
Da noite o frio me acompanha
Gela-me o peito e o coração.
O gelo corre em minha entranha
Causando horrível sensação.
Estou deitado e agasalhado
Com cobertor, meias de lã.
O corpo treme, estou gelado,
A cerração cobre a manhã.
De gelo existe uma montanha
Que me sopesa, sem razão.
Na teia branca, negra aranha
Dorme na sua mansidão.
Agasalhado estou deitado
(Ai, do calor tanto sou fã!)
O corpo treme, estou gelado,
A cerração cobre a manhã.
A sensação é muito estranha
E o vento uivando lembra um cão.
O aço do gelo a voz arranha
Causa tremor e rouquidão.
O frio está por todo lado
A mim se prende como ímã.
O corpo treme, estou gelado,
A cerração cobre a manhã.
Envio:
Vem aquecer-me, anjo adorado.
Sem ti a vida é vaga e vã.
Sem teu calor vivo gelado,
A cerração cobre a manhã.
07.04.2008
Ésio Antonio Pezzato














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