Balada da Vida
Azul é o sonho quando a mocidade
No chão da vida vai plantando flores.
O ar se impregna de mágicos olores,
E tudo vibra em força e intensidade.
Esbanja o coração felicidade
Soletrando canções do verbo amar.
As noites são de estrelas e luar
E sorrisos estampam nosso rosto.
Na boca há adocicado e suave gosto,
E a vida por viver é nosso lar!
Tudo rebrilha à luz, à claridade,
E nossos sonhos tem milhões de cores.
Das esperanças somos os senhores
E caminhamos frente à Eternidade.
A vida é nossa luz, nossa verdade,
Nosso canto de fé no caminhar.
E nossos passos podem nos levar
Do amanhecer à sombra do sol-posto.
Os espinhos se apõem no lado oposto,
E a vida por viver é nosso lar!
Somos livres e temos liberdade,Temos as asas fortes dos condores!
E somos todos nós conquistadores,
E travar nossos sonhos, que é que há de?
Vencemos com denodo a tempestade
Que em turbilhões da vida é o insano mar!
Viver, sorrir, vencer! E a divagar
Nosso corpo se torna aberto e exposto.
Mas na fila da frente é nosso posto,
E a vida por viver é nosso lar.
Envio:
Corre o tempo em frenético voar...
Faltando o chão, sentimos falta de ar.
Tudo que de prazer era composto,
Toma contornos de um glacial agosto
E a vida por viver não tem mais lar...
03.04.2008
Azul é o sonho quando a mocidade
No chão da vida vai plantando flores.
O ar se impregna de mágicos olores,
E tudo vibra em força e intensidade.
Esbanja o coração felicidade
Soletrando canções do verbo amar.
As noites são de estrelas e luar
E sorrisos estampam nosso rosto.
Na boca há adocicado e suave gosto,
E a vida por viver é nosso lar!
Tudo rebrilha à luz, à claridade,
E nossos sonhos tem milhões de cores.
Das esperanças somos os senhores
E caminhamos frente à Eternidade.
A vida é nossa luz, nossa verdade,
Nosso canto de fé no caminhar.
E nossos passos podem nos levar
Do amanhecer à sombra do sol-posto.
Os espinhos se apõem no lado oposto,
E a vida por viver é nosso lar!
Somos livres e temos liberdade,Temos as asas fortes dos condores!
E somos todos nós conquistadores,
E travar nossos sonhos, que é que há de?
Vencemos com denodo a tempestade
Que em turbilhões da vida é o insano mar!
Viver, sorrir, vencer! E a divagar
Nosso corpo se torna aberto e exposto.
Mas na fila da frente é nosso posto,
E a vida por viver é nosso lar.
Envio:
Corre o tempo em frenético voar...
Faltando o chão, sentimos falta de ar.
Tudo que de prazer era composto,
Toma contornos de um glacial agosto
E a vida por viver não tem mais lar...
03.04.2008
Ésio Antonio Pezzato














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