Balada do Solitário
Eu não consigo acreditar
Que o riso transformou-se em pranto.
O que era um lírico sonhar
Perdeu de vez seu terno encanto.
Com frenesi o verbo amar
Iluminava nossas vidas,
Hoje sou barco em alto mar
E trago as velas recolhidas.
Na solidão vivo a vagar
E o mar solfeja um triste canto.
Com meu batel vou naufragar
Perdido nesse desencanto.
Sinto asfixia e falta de ar
A relembrar tais despedidas.
Hoje sou barco em alto mar
E trago as velas recolhidas.
Quanto me doi o recordar
De nosso sonho que foi tanto.
Estou perdido, estou sem lar,
Para acoitar não acho um canto.
Contemplo a lua a navegar
Por entre estrelas coloridas.
Hoje sou barco em alto mar
E trago as velas recolhidas.
Envio:
A nossa estrela tutelar
Já não cintila em nossas vidas.
Sozinho estou em alto mar
E trago as velas recolhidas.
22.04.2008
Eu não consigo acreditar
Que o riso transformou-se em pranto.
O que era um lírico sonhar
Perdeu de vez seu terno encanto.
Com frenesi o verbo amar
Iluminava nossas vidas,
Hoje sou barco em alto mar
E trago as velas recolhidas.
Na solidão vivo a vagar
E o mar solfeja um triste canto.
Com meu batel vou naufragar
Perdido nesse desencanto.
Sinto asfixia e falta de ar
A relembrar tais despedidas.
Hoje sou barco em alto mar
E trago as velas recolhidas.
Quanto me doi o recordar
De nosso sonho que foi tanto.
Estou perdido, estou sem lar,
Para acoitar não acho um canto.
Contemplo a lua a navegar
Por entre estrelas coloridas.
Hoje sou barco em alto mar
E trago as velas recolhidas.
Envio:
A nossa estrela tutelar
Já não cintila em nossas vidas.
Sozinho estou em alto mar
E trago as velas recolhidas.
22.04.2008
Ésio Antonio Pezzato














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