Balada Inocente
É necessário que a poesia
Viva nos corações humanos,
Que vivem presos na utopia
E na arrogância dos enganos.
É necessário que a alegria
Brote em canteiros de esperança,
Talvez assim, o mundo, um dia,
Tenha a inocência da criança.
O mundo vive na fobia
E o homem somente causa danos.
Explode a guerra, a epidemia,
Podres estão rios e oceanos.
Parece o amor não ter valia,
Vivendo preso na lembrança.
Sonho que o nosso mundo, um dia,
Tenha a inocência da criança.
Na vida a atroz melancolia
Planta o desprezo em vis arcanos.
Onde o sorriso outrora havia,
Viceja hoje o ódio dos tiranos.
Fatal e fúnebre agonia
Com seu desejo a tudo entrança.
Porém, que o amor no mundo, um dia,
Tenha a inocência da criança.
Envio:
Homem profano, eu só queria
Viver a paz sem mais tardança,
Que assim a vida, em paz um dia,
Tenha a inocência da criança.
07.03.2008
É necessário que a poesia
Viva nos corações humanos,
Que vivem presos na utopia
E na arrogância dos enganos.
É necessário que a alegria
Brote em canteiros de esperança,
Talvez assim, o mundo, um dia,
Tenha a inocência da criança.
O mundo vive na fobia
E o homem somente causa danos.
Explode a guerra, a epidemia,
Podres estão rios e oceanos.
Parece o amor não ter valia,
Vivendo preso na lembrança.
Sonho que o nosso mundo, um dia,
Tenha a inocência da criança.
Na vida a atroz melancolia
Planta o desprezo em vis arcanos.
Onde o sorriso outrora havia,
Viceja hoje o ódio dos tiranos.
Fatal e fúnebre agonia
Com seu desejo a tudo entrança.
Porém, que o amor no mundo, um dia,
Tenha a inocência da criança.
Envio:
Homem profano, eu só queria
Viver a paz sem mais tardança,
Que assim a vida, em paz um dia,
Tenha a inocência da criança.
07.03.2008
Ésio Antonio Pezzato














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