Balada para Maria Cecília
Cecília se tornou saudade
Deixando aqui, abandonados,
Poetas tristes na orfandade
Com corações desesperados.
Sua Poesia tão sentida
Porém ficou a florescer,
Desabrochando colorida
Em hinos plenos de prazer.
Da azul-celeste Eternidade
Lança mil raios inspirados
Para podermos, na ansiedade,
Versos tecer iluminados.
Aos versos teus, cheios de vida,
Plenos de sonhos, por colher,
Quero a Poesia mais sentida
Em hinos plenos de prazer.
Silêncio tece insana grade
Prendendo versos cadenciados.
Hinos em cantos de Verdade
À flor da Vida estão calados.
Ausência triste, enegrecida,
Na solidão vive a sofrer.
Faz falta a Musa enternecida
Em hinos plenos de prazer.
Dedicatória:
A flor no vaso está caída,
Sem ti não vai sobreviver.
Volta, Cecília e dá-lhe vida
Em hinos plenos de prazer.
28.02.2008
Ésio Antonio Pezzato
Cecília se tornou saudade
Deixando aqui, abandonados,
Poetas tristes na orfandade
Com corações desesperados.
Sua Poesia tão sentida
Porém ficou a florescer,
Desabrochando colorida
Em hinos plenos de prazer.
Da azul-celeste Eternidade
Lança mil raios inspirados
Para podermos, na ansiedade,
Versos tecer iluminados.
Aos versos teus, cheios de vida,
Plenos de sonhos, por colher,
Quero a Poesia mais sentida
Em hinos plenos de prazer.
Silêncio tece insana grade
Prendendo versos cadenciados.
Hinos em cantos de Verdade
À flor da Vida estão calados.
Ausência triste, enegrecida,
Na solidão vive a sofrer.
Faz falta a Musa enternecida
Em hinos plenos de prazer.
Dedicatória:
A flor no vaso está caída,
Sem ti não vai sobreviver.
Volta, Cecília e dá-lhe vida
Em hinos plenos de prazer.
28.02.2008
Ésio Antonio Pezzato














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