De sentinela
Poetas devem ter suas antenas
Para captar as impressões do mundo.
Estar atentos às pequenas cenas,
E ter o verbo, em prontidão, fecundo.
Devem cantar, em ternas cantilenas,
Com o coração em prece, num profundo
Carinho, as doces emoções terrenas,
Com as quais pelo espaço, vão a fundo.
Devem ter toda a sensibilidade,
Viver num mundo de felicidade
E ter o coração apaixonado.
Olvidar as tristezas ou prendê-las
Com os cadeados luzentes das estrelas,
Ou requeimá-las com o sol dourado.
11.10.1994
Poetas devem ter suas antenas
Para captar as impressões do mundo.
Estar atentos às pequenas cenas,
E ter o verbo, em prontidão, fecundo.
Devem cantar, em ternas cantilenas,
Com o coração em prece, num profundo
Carinho, as doces emoções terrenas,
Com as quais pelo espaço, vão a fundo.
Devem ter toda a sensibilidade,
Viver num mundo de felicidade
E ter o coração apaixonado.
Olvidar as tristezas ou prendê-las
Com os cadeados luzentes das estrelas,
Ou requeimá-las com o sol dourado.
11.10.1994
Esio Antonio Pezzato
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