Ato de Criação
Às vezes ponho as mãos no pensamento,
Para a idéia florir em minha mente
E concentro-me em transe, no momento,
Para fazer brotar uma semente.
Mas este labirinto é como o vento:
O olhar não vê, porém minh’alma o sente.
Parece enclausurado num convento
E se esconde do sol como serpente.
Assim, às vezes, passo distraído,
Olhar distante – pensamento vago –
E ele aflora na luz e o vácuo rasga...
O corpo treme, solta-se um gemido
E, do profundo azul de etéreo lago,
Explode a inspiração e a voz engasga!
10.01.2002
Às vezes ponho as mãos no pensamento,
Para a idéia florir em minha mente
E concentro-me em transe, no momento,
Para fazer brotar uma semente.
Mas este labirinto é como o vento:
O olhar não vê, porém minh’alma o sente.
Parece enclausurado num convento
E se esconde do sol como serpente.
Assim, às vezes, passo distraído,
Olhar distante – pensamento vago –
E ele aflora na luz e o vácuo rasga...
O corpo treme, solta-se um gemido
E, do profundo azul de etéreo lago,
Explode a inspiração e a voz engasga!
10.01.2002
Esio Antonio Pezzato
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1 COMENTE AQUI:
Bom dia Esio,
Tenho um presente para você no meu blog, espero que goste. Um abraço!
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