Enredo
Coloro os sonhos, multiplico a vida,
Que existe em mim e dela não dou conta...
À frente, tanta estrada a ser seguida
E um mistério de sombras que amedronta.
No dia-a-dia insano de corrida,
Um dedo em riste autoritário aponta
Portas de entrada, portas de saída
E a mente, alucinada, fica tonta...
Tanto a fazer, a cena corre solta...
E a esperança tornando-se revolta
Com dias frios, pálidos, tristonhos.
A cada fim de tarde, o mesmo enredo,
E, ao ter na boca o ácido gosto azedo,
Divido a vida, descoloro os sonhos...
22.08.2001
Coloro os sonhos, multiplico a vida,
Que existe em mim e dela não dou conta...
À frente, tanta estrada a ser seguida
E um mistério de sombras que amedronta.
No dia-a-dia insano de corrida,
Um dedo em riste autoritário aponta
Portas de entrada, portas de saída
E a mente, alucinada, fica tonta...
Tanto a fazer, a cena corre solta...
E a esperança tornando-se revolta
Com dias frios, pálidos, tristonhos.
A cada fim de tarde, o mesmo enredo,
E, ao ter na boca o ácido gosto azedo,
Divido a vida, descoloro os sonhos...
22.08.2001
Esio Antonio Pezzato
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