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Domingo. Hora do almoço. Acordo tarde,
Após a noite toda, o corpo insone
Eu sinto a mente rodopiar num cone
E o pensamento explode em alto alarde.
De desejos meu corpo em frêmito arde...
Penso em falar-lhe pelo telefone...
Antes que novamente eu me apaixone
Melhor deixar o coração covarde...
Tremor. Delírio. O corpo cambaleando.
Vou à cozinha. Tomo um copo d’água.
E esta angústia, meu Deus... diz-me até quando?
Sem Ele sei-me só... nesta quietude
Refaço-me da minha juventude
Com as quatro estações cheias de mágoa.
Samantha Rios
Domingo. Hora do almoço. Acordo tarde,
Após a noite toda, o corpo insone
Eu sinto a mente rodopiar num cone
E o pensamento explode em alto alarde.
De desejos meu corpo em frêmito arde...
Penso em falar-lhe pelo telefone...
Antes que novamente eu me apaixone
Melhor deixar o coração covarde...
Tremor. Delírio. O corpo cambaleando.
Vou à cozinha. Tomo um copo d’água.
E esta angústia, meu Deus... diz-me até quando?
Sem Ele sei-me só... nesta quietude
Refaço-me da minha juventude
Com as quatro estações cheias de mágoa.
Samantha Rios
Esio Antonio Pezzato
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