Restos
Há névoas pela noite
Na noite há névoas
– Impossível fugir a esta plausível realidade
Da vida:
– Há névoa!
Os olhos embaçados
Não deixam o meu cérebro formar as imagens
Que os meus olhos querem ver.
Não posso estar de acordo com os desacordo da vida.
No chão há rastros
Há restos e rostos
E as cabeças que não conseguem levantar o corpo bêbedo do bêbedo.
– Há névoas.
As luzes penduradas nos postes estão opacas
E os meus olhos opacos
Não conseguem discernir os vultos
E a vida me parece um trapo,
Um caco de vidro
E a vida continua...
– Há névoas...
Há névoas pela noite
Na noite há névoas
– Impossível fugir a esta plausível realidade
Da vida:
– Há névoa!
Os olhos embaçados
Não deixam o meu cérebro formar as imagens
Que os meus olhos querem ver.
Não posso estar de acordo com os desacordo da vida.
No chão há rastros
Há restos e rostos
E as cabeças que não conseguem levantar o corpo bêbedo do bêbedo.
– Há névoas.
As luzes penduradas nos postes estão opacas
E os meus olhos opacos
Não conseguem discernir os vultos
E a vida me parece um trapo,
Um caco de vidro
E a vida continua...
– Há névoas...
Esio Antonio Pezzato














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