Balada Branca
Morrem os sonhos e a Esperança
É posta numa cova fria.
Não há mais luzes no caminho
E a solidão geme sozinha.
É longa e triste a longa estrada
Aos dias negros que nos restam.
Passos tropeçam nos atalhos
E à vida se abre em negro Ocaso.
A crença morre na cobiça
E no silêncio ela se oculta.
A voz professa uma mentira
Que desvendar fica impossível.
Travam-se os passos da verdade
E o canto torna-se mentira.
O olhar desvia-se do foco
E a vida se abre em negro Ocaso.
Tudo se perde no momento,
Silêncio dita a voz do jogo.
Poder nefasto vibra e canta,
Porém, bem sei ser passageiro.
Enquanto sofro tais agruras,
Com versos lanço o meu repúdio.
Porém o tempo voa rápido
E a vida se abre em negro Ocaso.
Envio:
Eu vencerei as artimanhas
Da atroz mentira que hoje luz.
Irá surgir de novo a Aurora
Ao sol que agora está no Ocaso.
11.04.2008
Morrem os sonhos e a Esperança
É posta numa cova fria.
Não há mais luzes no caminho
E a solidão geme sozinha.
É longa e triste a longa estrada
Aos dias negros que nos restam.
Passos tropeçam nos atalhos
E à vida se abre em negro Ocaso.
A crença morre na cobiça
E no silêncio ela se oculta.
A voz professa uma mentira
Que desvendar fica impossível.
Travam-se os passos da verdade
E o canto torna-se mentira.
O olhar desvia-se do foco
E a vida se abre em negro Ocaso.
Tudo se perde no momento,
Silêncio dita a voz do jogo.
Poder nefasto vibra e canta,
Porém, bem sei ser passageiro.
Enquanto sofro tais agruras,
Com versos lanço o meu repúdio.
Porém o tempo voa rápido
E a vida se abre em negro Ocaso.
Envio:
Eu vencerei as artimanhas
Da atroz mentira que hoje luz.
Irá surgir de novo a Aurora
Ao sol que agora está no Ocaso.
11.04.2008
Ésio Antonio Pezzato














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