Balada para Manoel I
“Café com pão, café com pão!”
Anda nos trilhos, Seu Bandeira.
Faça poemas de emoção
Glória da Pátria brasileira.
O poste passa, o pasto passa,
E passa o galho de ingazeira.
Mas a saudade, essa não passa,
Geme no peito prisioneira.
“Café com pão, café com pão!”
Manda o foguista por madeira
Para aumentar a combustão
Que a alma é da vida passageira.
Tudo na vida é uma ameaça,
E a estrada é longa e bem traiçoeira.
A minha angústia hoje não passa,
Geme no peito prisioneira.
“Café com pão, café com pão!”
Entrei num Beco de primeira.
Eu vou pedir é proteção
Da Aparecida Mãe Padroeira.
Ela dará por certo a graça
Que peço em reza a noite inteira.
Pois a maldade que não passa,
Geme no peito prisioneira.
Envio:
Manoel de glória e forte raça,
Cubra-me com tua Bandeira,
Tira-me a dor que nunca passa
Geme no peito prisioneira.
11.04.2008
“Café com pão, café com pão!”
Anda nos trilhos, Seu Bandeira.
Faça poemas de emoção
Glória da Pátria brasileira.
O poste passa, o pasto passa,
E passa o galho de ingazeira.
Mas a saudade, essa não passa,
Geme no peito prisioneira.
“Café com pão, café com pão!”
Manda o foguista por madeira
Para aumentar a combustão
Que a alma é da vida passageira.
Tudo na vida é uma ameaça,
E a estrada é longa e bem traiçoeira.
A minha angústia hoje não passa,
Geme no peito prisioneira.
“Café com pão, café com pão!”
Entrei num Beco de primeira.
Eu vou pedir é proteção
Da Aparecida Mãe Padroeira.
Ela dará por certo a graça
Que peço em reza a noite inteira.
Pois a maldade que não passa,
Geme no peito prisioneira.
Envio:
Manoel de glória e forte raça,
Cubra-me com tua Bandeira,
Tira-me a dor que nunca passa
Geme no peito prisioneira.
11.04.2008
Ésio Antonio Pezzato














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