Balada da Mocidade
Recordo a leda mocidade
Cheia de sonhos por viver.
Em tudo havia intensidade,
Momentos puros de prazer.
Mas foi passando a quadra airosa
E foi chegando a luz da treva.
E da esperança cor-de-rosa
Foi-se o calor e a noite neva.
Brotaram flores de saudade
Em espinhoso belveder.
A angústia e o tédio – por maldade
Fizeram-me um triste esmoler.
O sonho outrora era uma rosa
E hoje, meu Deus, nada se leva...
E da esperança cor-de-rosa,
Foi-se o calor e a noite neva.
Outrora tanta claridade
Rumos de luz a percorrer.
Aquela azul felicidade
Perdeu a cor, pôs-se a morrer.
A luz no Ocaso é tenebrosa,
E um sonho ingrato se releva.
E da esperança cor-de-rosa,
Foi-se o calor e a noite neva.
Oferta:
A morte chega pegajosa,
Da noite a luz também se entreva.
E da esperança cor-de-rosa,
Foi-se o calor e a noite neva.
27.03.2008
Recordo a leda mocidade
Cheia de sonhos por viver.
Em tudo havia intensidade,
Momentos puros de prazer.
Mas foi passando a quadra airosa
E foi chegando a luz da treva.
E da esperança cor-de-rosa
Foi-se o calor e a noite neva.
Brotaram flores de saudade
Em espinhoso belveder.
A angústia e o tédio – por maldade
Fizeram-me um triste esmoler.
O sonho outrora era uma rosa
E hoje, meu Deus, nada se leva...
E da esperança cor-de-rosa,
Foi-se o calor e a noite neva.
Outrora tanta claridade
Rumos de luz a percorrer.
Aquela azul felicidade
Perdeu a cor, pôs-se a morrer.
A luz no Ocaso é tenebrosa,
E um sonho ingrato se releva.
E da esperança cor-de-rosa,
Foi-se o calor e a noite neva.
Oferta:
A morte chega pegajosa,
Da noite a luz também se entreva.
E da esperança cor-de-rosa,
Foi-se o calor e a noite neva.
27.03.2008
Ésio Antonio Pezzato














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