Balada das Juras
Quantas baladas, quantos versos,
Em teu louvor eu já compus!
Nos meus sonetos pus, imersos,
Jóias e pérolas de luz.
Porém, tu fazes pouco caso
De tudo o quanto já te fiz,
Já coloquei rosas no vaso,
Te prometi – serás feliz!
Jurei te dar mil Universos,
Já me preguei até na cruz!
Agi dos modos mais diversos,
E declamei versos a flux.
Louco me fiz, foi um arraso,
Nada valeu... não me sorris!
Recoloquei rosas no vaso,
Me prometi – serás feliz!
E ages dos modos mais perversos,
Pisas nas sombras, fazes uuus,
Me assustas com teus gestos tersos,
Me comes como os urubus.
Pois bem, contigo não me caso,
Cigana, doida, meretriz.
Retiro as rosas lá do vaso,
E não serás, jamais, feliz.
Envio:
No encontro próximo me atraso,
Irei juntar-me a outra Beatriz.
Ela terá flores no vaso,
E tu serás muito infeliz!
29.02.2008
Quantas baladas, quantos versos,
Em teu louvor eu já compus!
Nos meus sonetos pus, imersos,
Jóias e pérolas de luz.
Porém, tu fazes pouco caso
De tudo o quanto já te fiz,
Já coloquei rosas no vaso,
Te prometi – serás feliz!
Jurei te dar mil Universos,
Já me preguei até na cruz!
Agi dos modos mais diversos,
E declamei versos a flux.
Louco me fiz, foi um arraso,
Nada valeu... não me sorris!
Recoloquei rosas no vaso,
Me prometi – serás feliz!
E ages dos modos mais perversos,
Pisas nas sombras, fazes uuus,
Me assustas com teus gestos tersos,
Me comes como os urubus.
Pois bem, contigo não me caso,
Cigana, doida, meretriz.
Retiro as rosas lá do vaso,
E não serás, jamais, feliz.
Envio:
No encontro próximo me atraso,
Irei juntar-me a outra Beatriz.
Ela terá flores no vaso,
E tu serás muito infeliz!
29.02.2008
Ésio Antonio Pezzato














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