Balada do Galanteio
Minha querida, hoje te escrevo
Como lembrança, esta Balada.
Coloco as rimas em relevo
– Doce homenagem para a Amada.
Sem ti, amore, não sou nada,
Repito sempre, sem parar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
Enfim nos versos mais me atrevo
Que a alma a paixão deixa inspirada.
Do quanto sou – tudo o que devo
Por que na vida – és minha fada.
Se, acordo em alta madrugada
Em teu amor fico a pensar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
Se, estás ausente, eis que me entrevo
E a vida sinto abandonada.
Dentro do peito, Amiga, levo
Um coração de alma encarnada.
És minha doce namorada,
Amor sem tempo de acabar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
Oferta
Se a rima é pobre, terna Amada,
É rico o amor para te dar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
26.03.2008
Minha querida, hoje te escrevo
Como lembrança, esta Balada.
Coloco as rimas em relevo
– Doce homenagem para a Amada.
Sem ti, amore, não sou nada,
Repito sempre, sem parar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
Enfim nos versos mais me atrevo
Que a alma a paixão deixa inspirada.
Do quanto sou – tudo o que devo
Por que na vida – és minha fada.
Se, acordo em alta madrugada
Em teu amor fico a pensar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
Se, estás ausente, eis que me entrevo
E a vida sinto abandonada.
Dentro do peito, Amiga, levo
Um coração de alma encarnada.
És minha doce namorada,
Amor sem tempo de acabar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
Oferta
Se a rima é pobre, terna Amada,
É rico o amor para te dar,
Pois a minh’alma apaixonada
Nunca se cansa de te amar.
26.03.2008
Ésio Antonio Pezzato














0 COMENTE AQUI:
Postar um comentário