Balada para a Ausente
Anjo querido e tutelar,
Cuida meus passos nesta vida.
Pois não pretendo mais vagar
Qual folha morta ao chão caída.
Vem com ternura, agasalhar
Um coração que sofre tanto.
Eu sinto o frio me gelar,
Sem ti a vida é sem encanto.
Quando contemplo o alvo luar,
Fico com a alma entristecida,
Somente tu podes curar
O sangramento da ferida
Que jorra sangue a borbulhar
Quais quentes lágrimas do pranto
Por isso, Amada, vem me amar,
Sem ti a vida é sem encanto.
Se ausente estás, forte é o pesar
Da estrada longa a ser vivida.
Somente tu – posso chamar
Na longa estrada, – de querida.
És como abelha no pomar:
Produzes mel num doce canto.
És minha praia – um doce mar,
Sem ti a vida é sem encanto.
Envio:
Sonhemos juntos um lugar
No céu, na terra, em qualquer canto!
Ao Éden vamos sim, voar,
Sem ti a vida é sem encanto.
03.04.2008
Anjo querido e tutelar,
Cuida meus passos nesta vida.
Pois não pretendo mais vagar
Qual folha morta ao chão caída.
Vem com ternura, agasalhar
Um coração que sofre tanto.
Eu sinto o frio me gelar,
Sem ti a vida é sem encanto.
Quando contemplo o alvo luar,
Fico com a alma entristecida,
Somente tu podes curar
O sangramento da ferida
Que jorra sangue a borbulhar
Quais quentes lágrimas do pranto
Por isso, Amada, vem me amar,
Sem ti a vida é sem encanto.
Se ausente estás, forte é o pesar
Da estrada longa a ser vivida.
Somente tu – posso chamar
Na longa estrada, – de querida.
És como abelha no pomar:
Produzes mel num doce canto.
És minha praia – um doce mar,
Sem ti a vida é sem encanto.
Envio:
Sonhemos juntos um lugar
No céu, na terra, em qualquer canto!
Ao Éden vamos sim, voar,
Sem ti a vida é sem encanto.
03.04.2008
Ésio Antonio Pezzato














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