Balada para Gustavo Teixeira
Oh! Gustavo Teixeira, hoje o Poeta
Rende glórias a ti, bardo inspirado,
No peito o coração apaixonado
Tuas loiras estrofes interpreta.
E vibra uma paixão – sublime seta
Que fere a alma num doce relicário! –
E se transforma em trinos de canário.
É delírio, é prazer, que tanto almejo
Em tua fronte dar um terno beijo
Nos cem anos do lírico Ementário!
Oh! Gustavo Teixeira, grande esteta!
Teu “Último Evangelho” é iluminado.
Nele mostras Jesus – Filho Sagrado! –
Que devemos segui-Lo como meta.
Tua Musa, divina borboleta,
De flor em flor, num vôo refratário,
Beija “Leda”, tão triste em seu fadário.
Mas a “ilusão ridente” num solfejo
Dentro do coração soa um gracejo
Nos cem anos do lírico Ementário!
Oh! Gustavo Teixeira, tão discreta
Foi tua vida, meu Poeta amado,
Que relendo teus versos, inspirado,
Fico a pensar, de forma até concreta,
Que és brisa envolta em luz numa violeta.
Mais leio “A Tempestade” e atroz cenário
O espaço dilacera... e mais eu vejo:
Os Poetas te saúdam num cortejo
Nos cem anos do lírico Ementário!
Oferta:
Oh! Poeta das Rosas! Há um sacrário
Na alta serra onde luz um campanário.
E eu, Poeta, somente aqui desejo
Que cante pela rua um realejo
Nos cem anos do lírico Ementário!
13.03.2008
Oh! Gustavo Teixeira, hoje o Poeta
Rende glórias a ti, bardo inspirado,
No peito o coração apaixonado
Tuas loiras estrofes interpreta.
E vibra uma paixão – sublime seta
Que fere a alma num doce relicário! –
E se transforma em trinos de canário.
É delírio, é prazer, que tanto almejo
Em tua fronte dar um terno beijo
Nos cem anos do lírico Ementário!
Oh! Gustavo Teixeira, grande esteta!
Teu “Último Evangelho” é iluminado.
Nele mostras Jesus – Filho Sagrado! –
Que devemos segui-Lo como meta.
Tua Musa, divina borboleta,
De flor em flor, num vôo refratário,
Beija “Leda”, tão triste em seu fadário.
Mas a “ilusão ridente” num solfejo
Dentro do coração soa um gracejo
Nos cem anos do lírico Ementário!
Oh! Gustavo Teixeira, tão discreta
Foi tua vida, meu Poeta amado,
Que relendo teus versos, inspirado,
Fico a pensar, de forma até concreta,
Que és brisa envolta em luz numa violeta.
Mais leio “A Tempestade” e atroz cenário
O espaço dilacera... e mais eu vejo:
Os Poetas te saúdam num cortejo
Nos cem anos do lírico Ementário!
Oferta:
Oh! Poeta das Rosas! Há um sacrário
Na alta serra onde luz um campanário.
E eu, Poeta, somente aqui desejo
Que cante pela rua um realejo
Nos cem anos do lírico Ementário!
13.03.2008
Ésio Antonio Pezzato














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