Balada para Theresinha
(Aos 80 anos de minha primeira Professora)
Theresinha do Canto Kraide)
Minha querida Professora
Esta balada te ofereço.
E que ela seja a portadora
De um grande amor, que não tem preço.
Se, sou Poeta, a culpa é tua!
Transmudo o verso em campainha.
E vou cantando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
Rebrilha o sol em nova aurora,
O coração é todo apreço.
Tanta lembrança n’alma mora
E do passado não me esqueço.
Perambulando pela rua
Uma saudade burburinha,
E vou lembrando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
Saudade chega sem ter hora
Com melodia o verso teço.
O tempo voa vida afora,
E a gratidão se molda em gesso.
Mas tanto afeto continua
A cadenciar de forma asinha,
E vou sonhando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
Dedicatória:
Querida Mestra! De alma nua
Transformo o verso em ladainha,
E vou rezando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
14.01.2009
(Aos 80 anos de minha primeira Professora)
Theresinha do Canto Kraide)
Minha querida Professora
Esta balada te ofereço.
E que ela seja a portadora
De um grande amor, que não tem preço.
Se, sou Poeta, a culpa é tua!
Transmudo o verso em campainha.
E vou cantando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
Rebrilha o sol em nova aurora,
O coração é todo apreço.
Tanta lembrança n’alma mora
E do passado não me esqueço.
Perambulando pela rua
Uma saudade burburinha,
E vou lembrando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
Saudade chega sem ter hora
Com melodia o verso teço.
O tempo voa vida afora,
E a gratidão se molda em gesso.
Mas tanto afeto continua
A cadenciar de forma asinha,
E vou sonhando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
Dedicatória:
Querida Mestra! De alma nua
Transformo o verso em ladainha,
E vou rezando, à luz da lua,
Oh, minha Santa Terezinha!
14.01.2009
Ésio Antonio Pezzato
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