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2 de dezembro de 2009

FLORES SECAS - Sonetos Alexandrinos (cont.)



Amor supremo

Na alegria maior que pode haver na vida,
Eu ensaio o meu canto em forma de balada,
E feliz, a sorrir, com a alma apaixonada,
Só consigo chamar-te em versos, de querida!

E te quero em meu canto e te contemplo, amada,
Na razão de meu sonho e de forma luzida,
E te ajudo a subir – e te apóio a descida,
E te quero na luz – e mais, na madrugada!

Ouve bem, meu amor, de prazer a alma canta,
E há no meu coração coloridos matizes
Para te enfeitiçar na canção que acalanta...

Em nossos corações o amor deitou raízes,
E na paixão maior que me invade e agiganta,
Eu sinto que nós dois devemos ser felizes!

02.11.1996


Otimismo


Não deixemos, jamais, que horas desesperadas
Nublem o nosso céu, calem os nossos sonhos!
Que a Fé deve abluir nas róseas madrugadas,
Para podermos ter amplos rosais risonhos!

Não devemos, jamais, toldar nossas estradas
E ter dias de tédio, opacos e enfadonhos;
Mas devemos fulgir ante tardes nubladas,
E os vales contornar dos martírios medonhos!

Não deixemos, jamais, que calem nossa crença,
Pois a nossa verdade é luz aos nossos passos,
Que o chão deve marcar sempre de forma densa.

Nem devemos temer derrotas e fracassos,
Que a vitória do Amor é esforço que compensa,
Ainda mais quando o Amor nos prende entre seus braços!

04.11.1996



Multicoloridamente


Azul, verde, lilás, branco, rosa e dourado!
Vibrantes variações das mais diversas cores!
Pois assim eu me sinto estando apaixonado,
Num florido jardim das mais diversas flores!

Vejo o meu céu azul, meu caminho esverdeado,
Meu coração lilás, brancos os meus louvores,
Rosa a minha paixão, meu sonho iluminado,
Dourado o meu viver de cuidados trasflores!

Tudo louca paixão e sonhos delirantes,
Vejo a lua no céu, meu céu todo de estrelas,
Solto canções no ar e suspiros constantes!

E estou apaixonado, e está paixão é tanta,
Que mais pareço um doido a andar sorrindo pelas
Tardes cheias de sol, que até minha alma canta!

04.11.1996


Nossa Senhora, após ter sido agredida


Pós tantas agressões, nossa Santa Senhora
Ainda vem entre nós mostrar Sua presença,
E pede o nosso amor, e pede a nossa crença,
E pede a nossa fé urgente e sem demora!

Porém, o tolo incréu, vive na indiferença,
E ás proféticas leis, com infâmias, ignora.
E assim a Mãe de Deus, abandonada chora,
Sabendo qual vai ser a nossa recompensa!

Católicos Cristãos! O tempo ainda é presente
Para podermos dar um pouco que nos pede
A Santíssima Mãe de Deus, Cristo Jesus!

Se cada coração desta fé não for crente,
Maria, que por nós, junto a Cristo intercede,
Não vai tirar de nós a nossa própria Cruz!

04.11.1996


Fantasma da sombra


Há perigos na noite entre a sombra que, esparsa,
Ágil, modula o sonho, o silêncio, a quimera,
E sorrateiramente, uma negra pantera
Pronta para atacar, em meandros se disfarça...

A solitariedade encontra o seu comparsa
Que sempre se parece à maldosa megera,
E a sombra, a realidade, em transes adultera
Ocultando a visão da armadilha e da farsa.

Alguém pisa na rua uns passos solitários...
Eu – que em rimas procuro a distração de tudo, –
Não consigo dealvar recônditos cenários...

Chego então a temer-me em sombras refletido,
Que o fantasma da sombra acompanha-me mudo,
Enquanto o coração, no peito, faz ruído.

07.11.1996
Martinho Chavez


Distância


És muito mais que um sonho, és muito mais que a vida,
E muito mais que o Além do desejo que sinto.
Se meu olhar me trai com as palavras minto,
Dizendo que não és a minha pretendida.

Porém, como fazer e o que fazer, querida?
Pressinto uma loucura e mil taras pressinto.
A alma num turbilhão vive num labirinto,
Pois chegas até mim quando estou de partida...

És relva fresca, orvalho a pousar sobre as rosas,
Tens um mundo a viver, manhãs maravilhosas,
Juventude a florir pelas grotas do acaso...

Fundas, porém, carrego, encavadas no rosto,
As marcas do sofrer, as rugas do desgosto,
As tardes outonais e um tênue sol no ocaso...

27.06.1997



Dor
(para Regina, Renato, Rosângela, Rubens, Rosana e Rudney Françoso, com a amizade de Irmão)


Algumas dores são fugaces, passageiras,
Provocam cicatriz, porém, não doem tanto.
Outras dores também causam mágoas e pranto,
E nos fazem sofrer umas horas inteiras.

Também existe a dor que queima nas lareiras,
Mas que passa ao menor carinho ou acalanto.
Outras tiram da vida uns instantes de encanto
Para depois virar com o vento – poeiras.

E existe aquela dor que cicatriz não deixa,
Mas põe no coração uma intérmina queixa
Que é pequena uma vida a quem tenta esquecê-la.

É aquela dor que vem na atroz ferocidade,
Que deixa seis irmãos unidos na orfandade,
Que tira a Mãe da Terra e a põe no Céu de Estrela!

22.02.1998


Ésio Antonio Pezzato



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