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31 de dezembro de 2009

PANTUNS - Pantum da vida em poesia



Pantum da vida em poesia

Toda a Poesia trago dentro d’alma
Encarcerada dentro de áureo cofre.
Por isso sinto paz e imensa calma,
Quando, inspirado, crio nova estrofe.

Encarcerada dentro de áureo cofre,
Estão minhas vontades e desejos.
Quando, inspirado, crio nova estrofe,
As rimas cubro com sinceros beijos.

Estão minhas vontades e desejos,
Os versos todos que já fiz no mundo.
As rimas cubro com sinceros beijos,
Dos poemas mais puros, eu me inundo.

Os versos todos que já fiz no mundo,
Da minha vida narram toda a história.
Dos poemas mais puros, eu me inundo,
Contando toda a minha trajetória.

Da minha vida narram toda a história
Os Sonetos, os Pantuns, as Baladas.
Contando toda a minha trajetória,
Em páginas floridas e encantadas.

Os Sonetos, os Pantuns, as Baladas,
Com decassílabos e alexandrinos,
Em páginas floridas e encantadas,
Bimbalham como brônzeos, firmes sinos.

Com decassílabos e alexandrinos,
Fui fiel à Ilusão de ser Poeta.
Bimbalham como brônzeos, firmes sinos,
Os meus sonhos que são a minha meta.

Fui feliz à Ilusão de ser Poeta,
E as Musas mais fiéis tive comigo,
Os meus sonhos que são a minha meta,
Ao coração são um suave abrigo.

E as Musas mais fiéis tive comigo,
De tal jornada fiz um relicário.
Ao coração são um suave abrigo,
Não me deixando nunca, solitário.

De tal jornada fiz um relicário
Para, florida, se tornar a estrada.
Não me deixando nunca solitário,
E minh’alma, jamais, abandonada.

Para florida se tornar a estrada,
Sempre feliz, jamais perco meu rumo.
E minh’alma, feliz, livre e encantada,
Jamais negrejará com o denso fumo.

Sempre feliz, jamais perco meu rumo,
Que a Esperança em meu peito é doce e é calma.
Jamais negrejará com o denso fumo,
A Poesia que trago dentro d’alma.

08.09.2008



Esio Antonio Pezzato

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