Ilusão ferida
A página virada ao pesadelo
Esconde o atroz martírio do pecado,
A mão estende o fio do novelo
Para que nada mais fique embramado.
Segue-se em frente andando para o lado,
Na contramão do medo ao tolo apelo.
Da cicatriz o corte ensangüentado
Deixa em pé cada fio de cabelo.
Ostento a luz à luz que se difunde
E brilha sem cessar no mapa-múndi
Estendido no chão da minha vida.
Tudo é esperança se o passado é morto.
E, se o porvir não cabe em qualquer porto,
Até a própria ilusão pende ferida.
17.05.2000
A página virada ao pesadelo
Esconde o atroz martírio do pecado,
A mão estende o fio do novelo
Para que nada mais fique embramado.
Segue-se em frente andando para o lado,
Na contramão do medo ao tolo apelo.
Da cicatriz o corte ensangüentado
Deixa em pé cada fio de cabelo.
Ostento a luz à luz que se difunde
E brilha sem cessar no mapa-múndi
Estendido no chão da minha vida.
Tudo é esperança se o passado é morto.
E, se o porvir não cabe em qualquer porto,
Até a própria ilusão pende ferida.
17.05.2000
Esio Antonio Pezzato
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