Imitação
(invejando Bilac)
Sempre que posso, quando a noite desce
E abre o portal de trevas, sigo pelas
Picadas mato adentro e, em minha prece,
O meu rosário tem milhões de estrelas.
Com meus perdidos olhos fico a vê-las
E a visão do infinito me entorpece.
Pingos de ouro purpúreo – sentinelas
No milagre do amor de pura messe!
Alguém ouviu-as antes e, por isso,
Apenas passo a olhá-las em silêncio
– Ofício que me chega ao compromisso.
Olho-as porque sequer posso entendê-las
E quando o sono chega-me (ai, quem vence-o?)
O meu corpo se cobre com as estrelas.
01.03.2001
(invejando Bilac)
Sempre que posso, quando a noite desce
E abre o portal de trevas, sigo pelas
Picadas mato adentro e, em minha prece,
O meu rosário tem milhões de estrelas.
Com meus perdidos olhos fico a vê-las
E a visão do infinito me entorpece.
Pingos de ouro purpúreo – sentinelas
No milagre do amor de pura messe!
Alguém ouviu-as antes e, por isso,
Apenas passo a olhá-las em silêncio
– Ofício que me chega ao compromisso.
Olho-as porque sequer posso entendê-las
E quando o sono chega-me (ai, quem vence-o?)
O meu corpo se cobre com as estrelas.
01.03.2001
Esio Antonio Pezzato
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