Prisão
Há muito tempo sei-me condenado
A viver braços dados com a Poesia.
Esta pena de fato me crucia
Porque este fardo é por de mais pesado.
Jamais ela me deixa abandonado
E persegue meus passos dia a dia.
E, solitário, nesta alegoria,
Sinto-a comigo a cada passo dado.
Quem impingiu-me tão severa pena
De me fazer Poeta nesta vida
Não sabe de seu fardo o duro peso.
A poesia, porém, não me condena,
Pois é a mais bela estrada e a mais florida
E é um dom de Deus saber-me dela preso!
20.03.2001
Há muito tempo sei-me condenado
A viver braços dados com a Poesia.
Esta pena de fato me crucia
Porque este fardo é por de mais pesado.
Jamais ela me deixa abandonado
E persegue meus passos dia a dia.
E, solitário, nesta alegoria,
Sinto-a comigo a cada passo dado.
Quem impingiu-me tão severa pena
De me fazer Poeta nesta vida
Não sabe de seu fardo o duro peso.
A poesia, porém, não me condena,
Pois é a mais bela estrada e a mais florida
E é um dom de Deus saber-me dela preso!
20.03.2001
Esio Antonio Pezzato
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