Prisão
Coletâneo de angústias, meus armários
Têm gavetas que estão abarrotadas...
Os casos são diversos e contrários
Nas pessoas que estão apaixonadas.
Estas solfejam trinos de canários,
Eu, porém, ranjo em fúrias, a dentadas.
Assim nosso viver segue por vários
Caminhos e por cúmplices estradas.
Mas temos em comum iguais arroubos.
Ambos somos passivos em tais crenças
E sujeitos, também, somos aos roubos...
Às angústias, quem ama vive preso,
E, como sofre com fatais sentenças,
De tal viver também não sai ileso.
27.04.2001
Coletâneo de angústias, meus armários
Têm gavetas que estão abarrotadas...
Os casos são diversos e contrários
Nas pessoas que estão apaixonadas.
Estas solfejam trinos de canários,
Eu, porém, ranjo em fúrias, a dentadas.
Assim nosso viver segue por vários
Caminhos e por cúmplices estradas.
Mas temos em comum iguais arroubos.
Ambos somos passivos em tais crenças
E sujeitos, também, somos aos roubos...
Às angústias, quem ama vive preso,
E, como sofre com fatais sentenças,
De tal viver também não sai ileso.
27.04.2001
Esio Antonio Pezzato
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