Sombra da Saudade
Dói a saudade... e ela dói tanto, e tanto,
Quando vai transformada numa ausência,
Que tudo se transmuda em mar de pranto
E, ao coração, não vale a condolência...
Dói a saudade... e tudo, em cada canto,
Parece remoer na consciência...
E este sofrer nos cobre com o manto
Da solidão em forte persistência.
E tudo dói com tanta intensidade
Que enfim nos vemos presos da agonia
Numa prisão de intransponível grade.
Mas tudo se transforma em certo dia
E até a imensa sombra da Saudade,
No coração, explode em melodia.
24.04.2001
Dói a saudade... e ela dói tanto, e tanto,
Quando vai transformada numa ausência,
Que tudo se transmuda em mar de pranto
E, ao coração, não vale a condolência...
Dói a saudade... e tudo, em cada canto,
Parece remoer na consciência...
E este sofrer nos cobre com o manto
Da solidão em forte persistência.
E tudo dói com tanta intensidade
Que enfim nos vemos presos da agonia
Numa prisão de intransponível grade.
Mas tudo se transforma em certo dia
E até a imensa sombra da Saudade,
No coração, explode em melodia.
24.04.2001
Esio Antonio Pezzato
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