Teu corpo
(cântico de Salomão)
Teu corpo, na moldura de uma cama,
É o delírio maior que há neste mundo.
A ele me entrego com amor profundo
E o possuo no dogma de quem ama.
Teu corpo entre delírios se esparrama
E eu o devasto em meu amor fecundo.
Com sementes de vidas, eu o inundo
Dele sentindo toda a ardente chama.
Teu corpo, meu amor, é minha crença,
O meu delírio da paixão imensa
Que tanto me alucina e me entorpece.
Teu corpo é meu altar e tanto o quero
Que, em transe, de joelhos, o venero
E apaixonado teço a minha prece!
27.09.2001
(cântico de Salomão)
Teu corpo, na moldura de uma cama,
É o delírio maior que há neste mundo.
A ele me entrego com amor profundo
E o possuo no dogma de quem ama.
Teu corpo entre delírios se esparrama
E eu o devasto em meu amor fecundo.
Com sementes de vidas, eu o inundo
Dele sentindo toda a ardente chama.
Teu corpo, meu amor, é minha crença,
O meu delírio da paixão imensa
Que tanto me alucina e me entorpece.
Teu corpo é meu altar e tanto o quero
Que, em transe, de joelhos, o venero
E apaixonado teço a minha prece!
27.09.2001
Esio Antonio Pezzato
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