A minha Poesia – de braços abertos –
Procura em desertos florir e dar frutos.
Ao som de mil liras, em rimas modestas,
Faz ecos de festas em ternos tributos.
A minha Poesia traz sonhos ridentes,
– Preciosas sementes de amor e carinhos
Qual ave canora com trilos e encantos,
Estala em mil cantos à beira dos ninhos.
A minha Poesia tem ecos de sinos,
– Recorda meninos brincando na rua
Festivas cirandas de alegres crianças
Cantando esperanças em noites de lua.
A minha Poesia, num hino de vida,
A todos convida – com cantos e sonhos –
A termos nos lábios, um terno sorriso,
Que é marca de aviso de dias risonhos.
A minha Poesia traduz-se em ternura,
Na rima mais pura, no sonho mais puro.
E assim eu espero, que as minhas Poesias,
Perdurem nos dias de todo o Futuro!
25.10.1995
Esio Antonio Pezzato
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1 COMENTE AQUI:
adorei!!!! um abraço
Roberta Araujo
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