Do Verbo Amar
Amo! E é tamanho o amor que n’alma sino,
Que a todo o instante vivo a soletra
(Não sei se é por mania, ou por instinto)
Canções do verbo amar!
Se, ouço um pássaro, faço-lhe dueto,
E ele também, feliz, fica a cantar
Como a orquestra em dobrados no coreto,
Canções do verbo amar!
As pessoas andando pela rua
Num sem querer começam-me a imitar,
Fico feliz, flauteando à luz da lua,
Canções do verbo amar!
As árvores plantadas nas calçada,
Felizes, mexem folhas a bailar,
Ficam também ouvindo, apaixonada,
Canções do verbo amar!
Buquês de flores, nas floriculturas,
Insistem em tomar o seu lugar;
E soletram contentes, em venturas,
Canções do verbo amar!
E eu na alegria, vou imaginando
Que a qualquer hora, quando eu te encontrar,
Lábios em beijos estarão cantando
Canções do verbo amar!
12.10.1994
Amo! E é tamanho o amor que n’alma sino,
Que a todo o instante vivo a soletra
(Não sei se é por mania, ou por instinto)
Canções do verbo amar!
Se, ouço um pássaro, faço-lhe dueto,
E ele também, feliz, fica a cantar
Como a orquestra em dobrados no coreto,
Canções do verbo amar!
As pessoas andando pela rua
Num sem querer começam-me a imitar,
Fico feliz, flauteando à luz da lua,
Canções do verbo amar!
As árvores plantadas nas calçada,
Felizes, mexem folhas a bailar,
Ficam também ouvindo, apaixonada,
Canções do verbo amar!
Buquês de flores, nas floriculturas,
Insistem em tomar o seu lugar;
E soletram contentes, em venturas,
Canções do verbo amar!
E eu na alegria, vou imaginando
Que a qualquer hora, quando eu te encontrar,
Lábios em beijos estarão cantando
Canções do verbo amar!
12.10.1994
Esio Antonio Pezzato














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