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29 de dezembro de 2009

PANTUNS - Pantum da saudade peregrina



Pantum da saudade peregrina

A saudade é um cometa peregrino
E vive a navegar na órbita imensa.
Caminha pelo espaço sem destino
Surgindo, às vezes, em fugaz presença.

E vive a navegar na órbita imensa
Trazendo sonhos de um viver distante.
Surgindo, às vezes, em fugaz presença,
Eu me recordo de uma ardente amante.

Trazendo sonhos de um viver distante
Acende o fogo de um delírio insano.
Eu me recordo de uma ardente amante
Que me fez juras de um cruel engano.

Acende o fogo de um delírio insano
Que me deu vida e após, me trouxe a morte;
Que me fez juras de um cruel engano,
Selando meu viver em negra sorte.

Que me deu vida e após, me trouxe a morte
Deixando o meu cenário todo preto.
Selando meu viver em negra sorte,
Na vida foi faltal este amuleto.

Deixando o meu cenário todo preto,
Meu coração se pôs em denso luto.
Na vida foi fatal este amuleto,
Por isso, agora, contra sombras, luto.

Meu coração se pôs em denso luto
No desespero de uma atrocidade.
Por isso, agora, contra sombras, luto,
Para matar as flores da saudade.

No desespero de uma atrocidade,
Sinto que para o amor estou gelado.
Para matar as flores da saudade,
Tirei do peito, o coração magoado.

Sinto que para o amor estou gelado,
Porque nas sombras, a minh’alma esgueira.
Tirei do peito, o coração magoado,
Aquecendo-o nas brasas da fogueira.

Porque nas sombras, a minh’alma esgueira,
Eu sinto o coração pulsar agora.
Aquecendo-o nas brasas da fogueira,
Vislumbro a vida numa nova aurora.

Eu sinto o coração pulsar agora,
Qual astro tutelar em céu aberto.
Vislumbro a vida numa nova aurora,
Bem distante das noites de deserto.

Qual astro tutelar em céu aberto
Caminho pela vida sem destino.
Bem distante das noites de deserto,
A saudade é um cometa peregrino.

28.03.2008


Esio Antonio Pezzato


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