Soneto Augustiano
Usei de carne velha fantasia
Para na vida não causar espanto,
Porém não consegui, no dia-a-dia,
Disfarce algum para ocultar meu canto.
A podridão foi minha alegoria
E fiz de sangue e pus jorrar meu pranto.
Augusto – fiz soar numa fobia
Meu verso, minha lira, meu quebranto!
Incognoscível foi meu pensamento,
Em meu Eu fiz zunir triste tormento
De todas as tristezas fui oriundo.
Jamais pude conter tantas comportas,
Por isso só cantei as coisas mortas
Das almas podres que encontrei no mundo.
29.12.2000
Usei de carne velha fantasia
Para na vida não causar espanto,
Porém não consegui, no dia-a-dia,
Disfarce algum para ocultar meu canto.
A podridão foi minha alegoria
E fiz de sangue e pus jorrar meu pranto.
Augusto – fiz soar numa fobia
Meu verso, minha lira, meu quebranto!
Incognoscível foi meu pensamento,
Em meu Eu fiz zunir triste tormento
De todas as tristezas fui oriundo.
Jamais pude conter tantas comportas,
Por isso só cantei as coisas mortas
Das almas podres que encontrei no mundo.
29.12.2000
Esio Antonio Pezzato
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