Saudade
Hei de cantar um dia esta saudade
Que brota em mim com força e intensidade.
Hei de cantar a dor que ela me causa
De uma só vez e sem nenhuma pausa.
Mas enquanto não canto e apenas penso,
Torna-se meu delírio mais intenso.
Às vezes penso mesmo em esquecê-la,
Mas dentro de meu céu – torna-se estrela.
Acompanha meus passos dia a dia,
E permuta comigo esta poesia.
Se, exalto-a, diz a mim que vai embora,
Então calo meu canto na mesm’hora.
Porque não mais eu sei viver sem ela,
Tanto que em meus ouvidos tagarela...
E tanto me sei dela prisioneiro,
Que meu viver, é dela o dia inteiro.
14.05.1997
Hei de cantar um dia esta saudade
Que brota em mim com força e intensidade.
Hei de cantar a dor que ela me causa
De uma só vez e sem nenhuma pausa.
Mas enquanto não canto e apenas penso,
Torna-se meu delírio mais intenso.
Às vezes penso mesmo em esquecê-la,
Mas dentro de meu céu – torna-se estrela.
Acompanha meus passos dia a dia,
E permuta comigo esta poesia.
Se, exalto-a, diz a mim que vai embora,
Então calo meu canto na mesm’hora.
Porque não mais eu sei viver sem ela,
Tanto que em meus ouvidos tagarela...
E tanto me sei dela prisioneiro,
Que meu viver, é dela o dia inteiro.
14.05.1997
Esio Antonio Pezzato
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MARAVILHOSAS SUAS POESIAS.
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